Os golpes que o turista cai.

Lendo no Yahoo sobre os 10 golpes mais comuns nos quais os turistas caem (copiei o link, mas parece que eles tiraram a matéria do ar) fiquei lembrando das situações que já aconteceram comigo. (Acho que) Nunca cai num golpe, mas passei por situações estranhas.

E você, já se meteu em alguma enrascada em viagens? Conta pra mim e dividamos nossas estórias! Kakakakak

Bem, como eu propus o tema, começo contando os meus causos. Vocês me contam lá embaixo nos comentários, fechado?

Caso 1: os casacos italianos em couro legítimo de presente.

Lá estava eu em Paris tentando me virar com o inglês e com meu bonjour, que é a única palavra de francês que domino. Mentira minha, sei mais umas 3 ou 4 frases prontas, mas nada que fizesse os parisienses serem mais legais e me ajudarem quando eu precisava de ajuda.

Era um perrengue para conseguir uma informação. O povo não se dignava a ser gentil e nunca nos abordavam para nada. Nós éramos invisíveis, praticamente. Então era assim: ninguém se dirigia à gente e nós que ficávamos implorando por ajuda e eles nem aí pra gente.

Aí lá estamos eu e meu namorado desfrutando do rio Sena, da Torre Eiffel (o primeiro lugar que fomos assim que chegamos à cidade) e decidimos seguir nosso roteiro rumo ao famosíssimo Arco do Triunfo.

Nos perdemos para chegar, demos voltas e mais voltas, e nada de achar o danado. Eis que surge um carro. Um carro chique com um italiano dentro. Ele para perto de nós, que devíamos ter cara de turistas perdidos e lesos. Aí o cara puxa papo. Epa, PARA TUDO!

Ninguém quer ajudar a gente, nem respondem quando pedimos ajuda e alguém parou e queria falar com a gente??? Estranho, muito estranho…

Mas escutamos o rapaz, afinal ele era italiano e não francês. O cara se dizia perdido e dono de uma grife. Ele tinha vindo apresentar casacos num desfile em Paris e  havia sobrado 2 casacos. Ele queria nos dar os casacos. Meu namorado disse que não queria, mas ele insistia. Quando aceitamos os casacos DADOS, finalmente, ele completou: queria que colocássemos gasolina no seu carro porque ele ia voltar à Milão de carro e nós poderíamos entrar no carro e ir até o posto de gasolina mais próximo. Devolvemos nossos ‘presentes’ imediatamente e saímos correndo. Kakakakaak

Caso 2: o anel de ouro encontrado no chão.

arco do triunfo

Exatamente neste ponto no Arco do Triunfo quase ‘ganhei’ um anel de ouro. Suspeito, muito suspeito… Foto: naViagemcomCamila.

Esse dia  não tava pra gente porque minutos depois tivemos outra situação estranha.

Corremos do italiano e seus casacos dados e aí eis que achamos o caminho certo pro danado do Arco do Triunfo. Chegamos, ebaaaa! Lá estamos nós deslumbrados com tamanha beleza quando um senhor aparece do nada! O senhor se agacha e pega algo que estava no chão perto de nós. Se levanta e coloca sobre a minha mão: um anel bem pesado de ouro! 

Faz sinal perguntando se era meu.

Gelei!!! De novo! Nenhum parisiense se dignava a me dar informações e esse encontra um anel no chão e vem me dar. Aí teeeeeeem coisaaaaaa, mermão.

Saímos correndo e dizendo que não era nosso. A poucos metros dali ele fez a mesmíssima coisa com outros turistas. Vimos tudo! Se agachou, pegou o anel(que havia previamente jogado ali) e fingiu ser o cara legal que encontra um anel.

Conclusão: tem mala em todo lugar!

Caso 3: os presentes dos soteropolitanos.

Para não dizerem que isso só ocorre no exterior, tenho um ‘causo’ brazuca.

Lááááá no longínquo ano de 2007, estava eu com mais 3 amigos numa viagem mara! Fomos para Salvador. 4 amigos, querendo curtir e passear pela cidade. Era festa dia e noite, praia, hospedagem em albergue, conhecendo gente do mundo inteiro, uma super farra!

Eis que não contávamos com toda a bondade de alguns soteropolitanos que estavam em todos os pontos turísticos da cidade. Eu disse todos: de Pelourinho à Mercado Modelo, de Farol da Barra à Igreja do Bonfim. Não tinha um só lugar que não houvesse um ‘amigo’ nosso nos DANDO algo, seja uma fita do senhor do bonfim, um colar artesanal ou até mesmo comida.

Depois que nós aceitávamos algo aí vinha a segunda parte da generosidade alheia:

– Eu dei pro senhor, mas o senhor podia me dar uma ajuda.

Era sempre uma ajuda! Não havia nada, eu disse N-A-D-A, comprado naquela cidade! Tudo era dado e quando você aceitava seu presente eles queriam uma ajuda. Muita bondade, né?!

baiana salvador

Minha foto da única baiana que não me cobrou para tirar foto com ela. Lá era assim: tudo pagava, até para tirar foto.

Bem, essas são as minhas experiências mais vivas de golpes que tentaram me aplicar. Pode ter havido outros que inclusive nem percebi que caí, né?

E você? Tem alguma situação que se sentiu enganado em viagens? Conta pra mim aí embaixo e vamos compartilhar nossos perrengues para que outras pessoas não caiam mais.

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4 Respostas para “Os golpes que o turista cai.

  1. kkkkkkkkkkkkkk
    Adorei o lance do cara dono da grife Camila… hahahaa

    Olha, eu não lembro de nenhum golpe… ou me esqueci (e se lembrar depois volto aqui pra contar), ou me enganaram tão bem enganado que eu nem percebi ! kkkkkkk

    Bjsssss !!!!

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