Blogagem coletiva: as viagens da nossa infância.

Blogagem Coletiva

Em homenagem ao Dia das Crianças, os blogueiros tiveram uma super ideia: contar como eram as suas viagens na infância. Aí eu já corri, catei umas fotos, dei umas boas risadas e vim escrever sobre como eram as minhas! Alguns blogueiros que também aderiram ao projeto estão aqui embaixo. Veja os relatos de quem está participando e se divirta com as nossas viagens.

O Rio de Janeiro nos recebendo em 1997.

O Rio de Janeiro nos recebendo de braços abertos em 1997.

1 – Claudia Rodrigues Pegoraro – Felipe, o pequeno viajante

2 – Karen Schubert Reimer – As Aventuras da Ellerim Viajante

3 – Francine Agnoletto – Viagens que Sonhamos

4 – Thyl Guerra – Viajando com Palavras

5 – Marcia Tanikawa – Os Caminhantes

6 – Adriana Pasello – Diário de Viagem

7 – Sut-Mie Guibert – Viajando com Pimpolhos

Se você (blogueiro de viagem ou não) também aderiu e seu nome não tá na lista, fica à vontade pra colocar o link lá nos comentários, fechado?

As viagens da minha infância

choro

Essa não foi no avião, mas avaliem uma criança chorando o voo inteirinho assim. Coitada da minha mãe!

Bem, eu nasci em Pernambuco, mas fui bem pequena morar na Bahia. Fiquei lá até os meus 3 anos de idade, então havia umas idas e vindas (e o começo dos meus giros pelo mundo). Numa dessas idas e vindas foi minha primeira viagem de avião. Eu não lembro, mas mamis sempre conta que passou um perrengue porque eu chorava cada vez que via as nuvens! Kakakakkaka Era muito matutinha eu!

Bem, dessa época lembro de quase nada. As primeiras viagens que tenho memórias eram da cidade no interior onde morava, São Caetano, para a capital Recife. Íamos de carro e lembro de como ficava chocada que meu avô sabia a ordem de T-O-D-A-S!!! as cidades ao longo da estrada e sabia exatamente onde estávamos. Achava ele o máximo por isso! My grandpa,  my hero! 🙂

Vovô e eu ainda pequenininha na praça de Olivença-BA. Ele era o meu herói de decorar as cidades até Recife.

Vovô e eu ainda pequenininha na praça de Olivença-BA. Ele era o meu herói de decorar as cidades até Recife.

E como toda criança que fica batendo na mesma tecla, ia o caminho inteirinho perguntando que cidade é essa?, falta muito para chegar?, e qual a próxima cidade?. Criança adora testar os nervos dos adultos, né? Kakakakakak O meu avô era um herói mesmo, porque haja paciência!

Geralmente vinhamos para festas e nas férias vinha para a casa do meu padrinho. Eu, garotinha de interior, achava ótimo praia-cinema-macdonalds! Então, viagem era sinônimo de primos fazendo farra (tenho muitos, muitos primos e todos de idades parecidas), festas de aniversário e ‘modernidade’ (cinema, shopping, praia…)

Depois começaram as viagens para conhecer outros lugares, quase sempre praias no Nordeste! O meio de transporte era o bom e velho carro. Os projetos mais ousados da família Pontes de Sá Marquim riscaram o Nordeste até Fortaleza e depois, o mais ambicioso de todos, chegou até São Paulo, by car!

praia nordeste

Em alguma praia do Nordeste em 1996.

Lembro que ia brincando nas horas e horas dentro do carro de fazer desenhos nas nuvens, de dar entrevistas em inglês… Detalhe: não sabia falar inglês, eu inventava a língua (Ai, ai… Como é doce a infância, né?!). Brigava horrores com meus irmãos. Viajar era aquela experiência intensa: horas a fio testando a paciência, brigando, se divertindo quando chegava num lugar…

Pelo visto eu não era a única impressionada com sa fotos, as pernas penduradas no teto, as cartinhas de doenças gravíssimas. Olha a cara do meu pai de assombro e todos sérios na foto. Kakakakak

Pelo visto eu não era a única impressionada com as fotos, as pernas penduradas no teto, as cartinhas de doenças gravíssimas. Olha a cara do meu pai de assombro e todos sérios na foto. Kakakakak

Um dos lugares que mais me marcou nessas minhas viagens foi quando chegamos à Igreja do Bonfim em Salvador e entramos numa sala que tinha fotos de várias pessoas que haviam se curado, próteses de braços, pernas, cabeças penduradas no teto… Nossa, fiquei muito impressionada com aquilo.

Lembro também quando estávamos chegando ao Rio de Janeiro e era janeiro, caía uma chuva daquelas, e para mim a ponte Rio-Niterói balançava loucamente. Foi tenso!

E você, quais as suas lembranças de viagens quando era criança? Conta pra gente aí embaixo nos comentários e vamos celebrar o Dia das Crianças revivendo essa época das nossas vidas! 

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20 Respostas para “Blogagem coletiva: as viagens da nossa infância.

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  3. Oi Camila,
    Por que será que a gente tinha tanto que brigar com irmão no carro né??? Minha mãe ficava enlouquecida, então tinha 5 mulheres gritando no carro sempre… coitado do meu pai!
    Também inventávamos (e ainda de vez em quando brincamos), de falar espanhol, francês…rsrs…
    Um beijo!
    Marcia

    • Marcia,

      Eu achava que eu era a única que brigava com os irmãos , mas pelos comentários, parece que todo mundo brigava com os irmãos. Kakakaka

      Minha tese é que o carro é um lugar pequeno então se vive de forma intensa ali dentro. Aí se briga mais. Será?
      Beijo

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  7. Camila, muito bom seu relato. Tb lembro muito das minhas viagens de carro e era bem como vc falou, sem os recursos tecnológicos que temos hoje. “Testanto a paciência dos adultos e brigando com o irmão” , ME IDENTIFIQUEI MUITO!!! kkkk
    Parabéns
    Bjs
    Thyl @viajandpalavras

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    • Que bom!!! O senhor fez parte das minhas viagens de infância, viu?!
      Acabou que nem falei do batizado (eu acho que era batizado) de Daniel em Paulo Afonso. Devia ter uns 6 anos e me lembro de um açude maravilhoso lá.
      Sem contar com as férias na sua casa com praia, cinema, shopping e sopa de legumes no jantar! Kakakakakaka

      Um beijo padrinho!

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